# 14 | Maio de 2004 | Editor: Luís Afonso (Portugal)
EDITORIAL

Desde sempre que o Universo e a possibilidade de «não estarmos sós» têm despertado curiosidade e paixões. Isto para não falar já dos projectos de colonização de outros planetas pela espécie humana, os quais, à medida que as inovações tecnológicas se sucedem e aperfeiçoam, levam alguns a ansiarem pelo dia em que tal se torne possível. Um famoso «pequeno passo» nessa direcção foi dado por Neal Armstrong ao pisar pela primeira vez a Lua, em 20 de Julho de 1969.

Mas o olhar humano aponta ainda para mais além, embora por enquanto apenas relativamente aos nossos vizinhos celestes mais próximos. Por isso, numa altura em que a exploração de Marte avança a passos de gigante, com as mais recentes missões europeia e norte-americana ao Planeta Vermelho, e em que foi anunciada ao grande público a descoberta de um possível novo membro da família de planetas que orbitam em torno do Sol, cremos que é sempre interessante recordar alguns dados, actualizar outros e registar algumas curiosidades sobre os planetas que compõem o nosso Sistema Solar...

Até à próxima!...

Luís Afonso
luis@revista-temas.com

Esta edição da CONTACTO tem o apoio da Revista TEMAS
http://www.revista-temas.com/

Para quem gosta de conhecer...

OS PLANETAS DO SISTEMA SOLAR

Texto:
Luís Afonso
Em cima:
O nosso Sol é uma estrela de dimensão média, situada a meio de um dos braços espiralados da galáxia a que chamamos Via Láctea.
Esta imagem foi obtida durante o eclipse solar de 21 de Junho de 2001.
(Foto: Consórcio EIT ESA/NASA)
«Mercúrio, Vénus, Terra, Marte, Júpiter, Saturno, Úrano, Neptuno e Plutão». Durante décadas, foram assim enumerados os planetas mais próximos de nós. Mas, em 2004, a comunidade científica anunciou ter detectado um novo corpo celeste – Sedna – que gravita em volta do Sol numa órbita ainda mais distante e excêntrica que a de Plutão, passando pois a ser 10 os planetas que compõem o nosso Sistema Solar. Ou será que não?

A descoberta de Sedna relançou um debate que já se colocara relativamente a Plutão: para alguns astrónomos, duas das condições que caracterizam um objecto celeste como planeta são as suas dimensões e também que a sua órbita seja circular, ou quase. Ora, tais características não se aplicam a Plutão (que alguns consideram demasiado pequeno), nem a Sedna (que se suspeita não chegar a ser sequer do tamanho de Plutão, embora haja quem pense o contrário), tendo ambos órbitas acentuadamente elípticas (a órbita de Sedna, no seu ponto mais próximo do Sol, coloca-o a 13 mil milhões de quilómetros deste e a 130 mil milhões de quilómetros no mais distante).

A decisão de modificar os critérios que definem o que é um planeta cabe à União Astronómica Internacional (UIA), podendo eventuais alterações ter como consequências incluir Sedna ou excluir Plutão (há que definir, por exemplo, qual a dimensão mínima para que um corpo celeste seja considerado um planeta). Se Sedna for incluído, a UIA poderá igualmente rever a sua designação, harmonizando-a com a nomenclatura dos restantes planetas, baseada em deuses da mitologia greco-romana – o nome, não oficial, de Sedna foi-lhe atribuído pelos seus descobridores e refere-se à deusa Inuit dos oceanos.

A UIA, fundada em Bruxelas em 1919, dispõe de comissões encarregues de atribuir aos vários corpos celestes (estrelas, planetas, cometas, asteróides, constelações...) e às suas características físicas (montanhas, desfiladeiros, crateras...) nomes que sejam universalmente adoptados nos meios científicos, por forma a evitar confusões e repetições.

A atribuição dos nomes é subordinada a determinadas temáticas. Estes, uma vez aprovados, irão constar de mapas, à medida que a cartografia desses mundos progride, e também da literatura científica que lhes diga respeito. Por exemplo, as crateras de Mercúrio têm sempre nomes de artistas, músicos, pintores ou escritores famosos já desaparecidos, enquanto que as de Vénus recebem nomes femininos; já as regiões de Europa, uma das luas de Júpiter, têm nomes associados a mitos celtas; por seu turno, as grandes zonas escuras de Titã, satélite de Saturno, são designadas com termos ligados às águas mitológicas de diversas culturas do Mundo; as características de Plutão têm nomes de deuses do submundo... Muitos outros exemplos poderiam ser citados.

Passemos, então, em revista os membros do Sistema Solar...

Diâmetro: 4.878 quilómetros
Distância ao Sol:
57,9 milhões de quilómetros
Revolução: 88 dias
Período de rotação: 59 dias
Temperatura à superfície:
430º C de dia; -183º C de noite.
Mercúrio – Por se mover mais rapidamente nos céus do que qualquer dos seus vizinhos, tem o nome do mensageiro dos deuses romanos. Mercúrio é bastante difícil de observar. Sendo invisível à noite, por se encontrar demasiado próximo do Sol, só é possível avistá-lo ao crepúsculo ou à alvorada. Contudo, para isso, os telescópios têm de ser apontados quase paralelamente à linha do horizonte, através de uma espessura maior de atmosfera terrestre, o que torna as imagens bastante desfocadas.

Apesar de o seu período de revolução em torno do Sol ser o mais rápido do Sistema Solar (88 dias), o seu período de rotação é o mais lento (o planeta roda sobre si mesmo apenas uma vez e meia em cada órbita, o que significa que um ano não chega a ter dois dias mercurianos).

No início da década de 1960, a sonda Mariner 10 passou perto de Mercúrio, tendo revelado um planeta muito parecido com a Lua terrestre. Apesar das temperaturas elevadíssimas aí registadas, os cientistas crêem ser possível que exista água em Mercúrio, no fundo de algumas crateras do seu pólo setentrional que nunca recebem a luz solar.

Diâmetro: 12.100 quilómetros
Distância ao Sol:
108,2 milhões de quilómetros
Revolução: 225 dias
Período de rotação: 243 dias
Temperatura à superfície
:
454º C.
Vénus – O astro mais brilhante no firmamento terrestre, à excepção da Lua, recebeu o nome da deusa romana do amor. Outras civilizações baptizaram-no igualmente com os nomes de divindades do amor ou da guerra.

Semelhante à Terra em tamanho, massa, densidade e volume, é rodeado por uma atmosfera composta principalmente por dióxido de carbono, encontrando-se envolto num espesso manto de nuvens de ácido sulfúrico, gerador de um efeito de estufa tal que a temperatura à sua superfície é superior à de Mercúrio, que se encontra muito mais próximo do Sol. Vénus encontra-se também repleto de vulcões activos (430 deles apresentam crateras com mais de 19 quilómetros de diâmetro), motivo pelo qual mais de 4/5 do planeta estão cobertos por lava e outros materiais vulcânicos. Uma das curiosidades que apresenta é o seu movimento de rotação ser retrógrado (de Leste para Oeste). Outra é o facto de, em Vénus, um dia ser maior que um ano.

Diâmetro: 12.753 quilómetros;
Distância ao Sol:
159 milhões de quilómetros Revolução:
365,3 dias
(à velocidade de 108.000 km/hora)
Rotação: 23,9 horas
Temperatura à superfície:
-89º C a 57,7º C;
Satélite: Lua

Terra – O único membro do Sistema Solar onde, até ao momento, se conhece a presença de vida. Dotado de uma fina atmosfera (formada por 78% de azoto e 21% de oxigénio) e de água nos seus três estados físicos, conta ainda com outra importante característica: o seu núcleo (composto essencialmente por ferro e níquel fundidos), responsável pelo campo magnético que rodeia todo o planeta e que, juntamente com a atmosfera, ajuda a filtrar quase todas as radiações solares nocivas para a vida que chegam à superfície.

Da mesma forma que o Sol e os corpos celestes que gravitam em seu redor constituem um sistema (solar), também alguns dos planetas têm satélites próprios, formando com eles subsistemas (ou sistemas planetários). É o que se passa com a Terra e a Lua (à qual cada cultura atribui determinado nome. Em latim a sua designação era Luna e em grego Selene; daí os adjectivos lunar ou selenita, empregues quando nos referimos a este planeta).

Ao lado, Marte:
o planeta, visto a 5,5 milhões de quilómetros (Foto: ESA); o Monte Olimpo, o vulcão mais alto (25 quilómetros) de todo o Sistema Solar (Foto: USGS/NASA) e pormenor da sua caldeira (Foto: ESA).
Diâmetro: 6.787 quilómetros
Distância ao Sol:
227,9 milhões de quilómetros Revolução: = 687 dias
Rotação: 24,6 horas
Temperatura à superfície:
-65º C
Satélites principais:
luas Phobos e Deimos
Marte – Recebeu dos Romanos o nome do deus da guerra (o mesmo fizeram Gregos e Sumérios), devido à sua cor avermelhada, que lembra o sangue derramado em combate. Também os Egípcios o designaram de acordo com este critério («Her Desher», o vermelho).

A cor de Marte é devida às poeiras de óxido de ferro que o cobrem quase por inteiro. O planeta apresenta-se árido e extremamente ventoso, sendo rodeado por uma atmosfera com cerca de 160 quilómetros de espessura, composta sobretudo por dióxido de carbono (95%) e azoto (3%). Nos pólos, Marte exibe calotas de gelo (é visível a expansão e contracção da sua calota setentrional consoante as estações) e suspeita-se de que haja abundantes reservatórios de água gelada abaixo da superfície. Muitos estão convictos de que os desfiladeiros e canais que sulcam o planeta foram escavados pelas águas, numa altura em que este se apresentava quente e húmido. Nesse período terão também existido importantes fontes termais, semelhantes às que encontramos hoje na Terra e, tal como nestas, alguns cientistas acalentam esperanças de encontrar aí lamas secas contendo bactérias fossilizadas.

No início de 2004 pousaram no Planeta Vermelho as sondas-robots Spirit e Opportunity, que enviaram imagens a partir do solo marciano com uma qualidade até então nunca conseguida. Os dados recolhidos permitem aprofundar enormemente os conhecimentos acerca do planeta e esclarecer inúmeras questões relacionadas com a possibilidade de albergar vida.

As duas luas de Marte, descobertas por Hall em 1877, foram designadas Phobos e Deimos (nomes dos cavalos que puxavam a quadriga de Marte). O sistema marciano conta ainda vários outros asteróides, tendo alguns deles sido já visitados por engenhos espaciais.

Diâmetro: 142.800 quilómetros
Distância ao Sol:
778 milhões de quilómetros Revolução: 11,86 anos
Rotação: 9,9 horas
Temperatura à superfície:
-149º C (nas nuvens superiores)
Satélites principais:
luas Io, Europa, Ganimendes
e Calisto
Júpiter – O maior planeta do Sistema Solar, recebeu por isso o nome do principal deus do panteão romano (equivalente ao Zeus grego). O sistema joviano inclui 16 luas, todas baptizadas com os nomes de amantes e descendentes de Júpiter/Zeus. Io, Europa, Ganimedes e Calisto foram as primeiras a ser avistadas, em 1610, por Galileu. Os restantes satélites só foram assinalados a partir de finais do século XIX, e continuam ainda a ser acrescentados novos elementos ao grupo.

Júpiter é o primeiro planeta gasoso a contar do Sol, sendo formado principalmente por hidrogénio e hélio. Não apresenta qualquer superfície sólida e a aparência das manchas de cor que nele são visíveis pode alterar-se completamente numa questão de horas, devido a ventos violentíssimos. Por vezes são detectados enormes relâmpagos através das suas nuvens e julga-se que a característica mancha vermelha que se desloca ao longo do equador joviano seja uma enorme tempestade, que dura há pelo menos 3 séculos.

Ao lado:
Imagem de Saturno onde sobressaem os seus conhecidos anéis (Foto: NASA e Hubble Heritage Team – STScI/AURA) e visão artística da sonda Huygens na lua Titã (Ilustração: ESA / D. Ducros).
Diâmetro: 120.000 quilómetros Distância ao Sol:
1.427 milhões de quilómetros
Revolução: 29,5 anos;
Período de rotação:
10 horas e 14 minutos;
Temperatura à superfície:
-178º C (nas nuvens superiores)
Satélites principais:
luas Janus, Epimeteus, Enceladus,
Dione, Titã e Iapetus
Saturno – Devido aos seus anéis é talvez um dos planetas mais conhecidos, sendo o mais afastado da Terra que é possível observar a olho nu. O seu nome é o do pai de Júpiter e os dos seus satélites correspondem aos dos mitológicos Titãs, irmãos e irmãs de Saturno (o Cronos grego).

Apesar de ser o segundo maior planeta, Saturno tem um período de rotação bastante rápido (que causa um ligeiro achatamento dos pólos), sendo também assolado por ventos fortíssimos e o único com uma densidade inferior à da água. Inicialmente, julgou-se que o seu sistema de anéis era exclusivo, mas sabe-se hoje que todos os gigantes gasosos os possuem.

As suas luas começaram a ser descobertas a partir do século XVII. A primeira foi Titã, observada em 1655 por Huygens, que lhe chamou inicialmente Luna Saturni. Em 1671 Cassini descobre Iapetus, um ano depois Rhea e, em 1684, Tethys e Dione. Em 1789 é a vez de Herschel avistar Mimas e Enceladus. Os restantes satélites seriam descobertos a partir de meados do século XIX.

Diâmetro: 51.100 quilómetros
Distância ao Sol:
2,9 mil milhões de quilómetros
Revolução: 84 anos
Período de rotação: 17,2 horas
Temperatura à superfície:
-183º C (nas nuvens superiores)
Satélites principais:
luas Miranda, Ariel, Titânia, Oberon
Úrano – É outro dos planetas que possui o seu próprio sistema. Foi avistado por Herschel em 1781, e definitivamente baptizado nesse mesmo ano por Johann Bode, que lhe atribuiu o nome do pai de Saturno. Tinha já sido observado por vários astrónomos, mas estes haviam considerado erradamente que se tratava de uma estrela.

Talvez a característica mais original do terceiro dos gigantes gasosos seja o alinhamento do seu eixo de rotação (98º), já que, em certas posições, este se encontra apontado para o Sol. Julga-se que tal será devido a uma antiga colisão com um objecto de enormes dimensões. A cor verde-azulada que o planeta reflecte deve-se ao elevado teor de metano da sua alta atmosfera. Tal como Vénus, o seu movimento de rotação é de Leste para Oeste.

Conhecem-se-lhe 18 luas. Os membros que compõem o sistema uraniano têm nomes de personagens das peças de William Shakespeare e de Alexander Pope.

Diâmetro: 51.100 quilómetros
Distância ao Sol:
4,5 mil milhões de quilómetros Revolução: 164 anos
Período de rotação:
17,2 horas
Temperatura à superfície:
-200º C (nas nuvens superiores). Satélites principais:
luas Tritão, Galateia,
Proteu e Nereide
Neptuno – É o último dos planetas gigantes gasosos. Antes de ser descoberto por Galle em 1846, a sua existência tinha já sido prevista matematicamente por John Couch Adams e Urbain Le Verrier, os quais, de forma independente, a haviam deduzido a partir da análise de irregularidades na órbita de Úrano, que é afectada por Neptuno. Galle pretendeu baptizar o planeta em homenagem a Le Verrier (Adams nunca chegou a publicar os seus resultados), mas tal não foi aceite, tendo finalmente sido escolhido o nome do deus romano dos oceanos (equivalente ao Poseidon grego). Do mesmo modo, os seus satélites têm nomes associados a mitos greco-romanos de algum modo relacionados com Neptuno/Poseidon ou com o mar. A primeira das luas de Neptuno a ser descoberta também em 1846, por Lassel, foi Tritão. As restantes só o seriam a partir de meados do século XX.

É em Neptuno que se registam os ventos mais fortes de todo o Sistema Solar – 2.000 km/hora numa zona escura persistente, semelhante à Grande Mancha Vermelha de Júpiter. O seu núcleo é constituído por rocha fundida, água, amónia líquida e metano, envoltos por uma camada de hélio, água e metano.

É usualmente considerado o oitavo planeta mais próximo do Sol, mas tal nem sempre é verdade. De facto, a órbita elíptica de Plutão coloca-o por vezes mais perto do Sol do que Neptuno, embora os trajectos dos dois planetas nunca se cruzem.

Diâmetro: 2.340 quilómetros
Distância ao Sol:
5,9 mil milhões de quilómetros
Revolução: 248 anos
Período de rotação:
6,3 dias
Temperatura à superfície:
-233º C a -213º C
Satélite: lua Charon

Fontes Consultadas:

Web Site da National Geographic Society:
www.nationalgeographic.com
/solarsystem/

Web Site da Revista Nature:
www.nature.com/nsu/

Web Site da BBC News:
news.bbc.co.uk/1/hi/sci/tech/

Web Site da IAU:
www.iau.org/IAU/Activities
/nomenclature/

Web Site da USGS:
http://planetarynames.wr.usgs.gov
/append7.html

Plutão – O nono planeta do Sistema Solar recebeu o nome do deus grego das profundezas, que conseguia tornar-se invisível, e foi descoberto em 1930, por Tombaugh. Tal como Neptuno, a sua existência fora prevista, desta feita por Percival Lowell e William Pickering. Mas, logo a partir dessa altura, a sua classificação – como planeta ou como um asteróide errante – levantou controvérsia, a começar pelas suas dimensões modestas (na verdade, Plutão é mais pequeno do que sete das luas até agora conhecidas).

A sua atmosfera é extremamente fina e, quando o planeta se encontra mais longe do Sol, esta congela, caindo sobre a superfície. Tal como Úrano, o seu eixo é bastante inclinado e julga-se que a sua rotação seja também em sentido retrógrado.

Em cada órbita completa (248 anos), Plutão fica mais próximo do Sol do que Neptuno durante aproximadamente 20 anos.

Tem igualmente uma lua, descoberta por Christy em 1978 e baptizada com o nome de Charon, o barqueiro mitológico que atravessava o rio Styx transportando as almas dos mortos para Plutão, a fim de serem julgadas...

Sedna – Foi pela primeira vez detectado em Novembro de 2003 a partir do Observatório de Monte Palomar, tendo a descoberta sido posteriormente confirmada por dados recebidos a partir dos telescópios espaciais Spitzer e Hubble.

Pouco se sabe ainda deste corpo celeste, com um diâmetro estimado entre 1.180 e 2.360 quilómetros e com uma temperatura à superfície de -240º C. Supõe-se que seja originário de uma região situada para lá de Neptuno, designada por Cintura de Kuiper, onde se encontram numerosos objectos, na sua maioria compostos por rocha e gelo e com dimensões modestas, embora alguns possam equiparar-se a Plutão, tendo mesmo nos últimos anos aí sido detectados alguns de tamanho considerável – Quaoar, (com 1.200 quilómetros de diâmetro, descoberto em 2002), Ixion (1.065 quilómetros, em 2001) e Varuna (900 quilómetros, em 2000); em Fevereiro de 2004, foi detectado o objecto 2004DW, que se julga ter 1.800 quilómetros de diâmetro – e os astrónomos acreditam que ainda restam muitos outros por descobrir.

Alguns cientistas preferem descrever Sedna como um planetóide (algo entre um planeta e um asteróide), o que não impede que tenha a sua própria lua, de cuja existência se suspeita, embora falte confirmá-lo.

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